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domingo, 6 de novembro de 2011

Strokes faz um dos melhores shows do festival Planeta Terra

Lizandra Pronin
Redação TDM


Assim que o Strokes subiu ao palco principal do Festival Planeta terra, na madrugada desse domingo na capital paulista, ficou claro: era a banda mais esperada pelo público. Muitos dos presentes estavam só aguardando a banda e poupando suas energias durante todas as outras apresentações do dia.

Era 01h30 da manhã quando o Sonora Main Stage escureceu de repente anunciando o início do esperado show. Luzes frenéticas foram acompanhadas de gritos e assovios. Jovens fãs se emocionavam e, na boca do palco, uma garota ameaçou desmaiar. Mas a fã aguentou firme quando a banda começava a tocar "New York City Cops" e seguranças quiseram retira-la de lá.

O público reconhecia as canções logo nos primeiros dois acordes ou notas e os aplausos, e especialmente gritos, eram seguidos das letras na ponta da língua. Foi assim com "You Only Live Once", "Last Nite" e "Someday".

À diferença das outras bandas, no show do Strokes a moldura do palco, estrutura que se iluminava em cores que imitavam as luzes que caíam sobre os músicos, ficou apagada - e isso incluiu o logotipo do festival. No show do Strokes, só os telões se acenderam ao redor do palco.

Além das já citadas, a banda ainda tocou, entre outras, "Reptilia", "What Ever Happened?" e a punk "Juicebox" - que fez os fãs tirarem o pé do chão. Depois de uma hora de show, a banda saiu para uma pausa e o bis veio com a balada "Under Control", "Hard to Explain" e a bela "Take It or Leave It".

O vocalista Julian Casablancas agradeceu inúmeras vezes, elogiou os brasileiros de maneira até exagerada arriscando o português e dizendo que estar ali era "Fantástico". Cada menção ao baterista brasileiro, Fabrizio Moretti, arrancava do público mais gritos. Antes de "Take It or Leave It", Casablancas incitou Moretti a falar com o público. Tímido, o baterista mandou: "E aí São Paulo? Eu te amo". Ovação geral.

Julian Casablancas (vocais), Albert Hammond Jr. (guitarra), Nick Valensi (guitarra), Nikolai Fraiture (baixo) e Fabrizio Moretti (bateria e percussão) deixaram o palco faltando quinze minutos para as três da manhã, depois de um dos melhores shows da noite. 

Com as atividades encerradas no palco principal, a maior parte do público foi embora. Mas alguns tiveram pique de seguir para o Claro Indie Stage, palco onde rolava a festa eletrônica do Groove Armada.

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