Redação TDM
Assim que o Strokes subiu ao palco principal do Festival Planeta terra, na madrugada desse domingo na capital paulista, ficou claro: era a banda mais esperada pelo público. Muitos dos presentes estavam só aguardando a banda e poupando suas energias durante todas as outras apresentações do dia.
Era 01h30 da manhã quando o Sonora Main Stage escureceu de repente anunciando o início do esperado show. Luzes frenéticas foram acompanhadas de gritos e assovios. Jovens fãs se emocionavam e, na boca do palco, uma garota ameaçou desmaiar. Mas a fã aguentou firme quando a banda começava a tocar "New York City Cops" e seguranças quiseram retira-la de lá.
O público reconhecia as canções logo nos primeiros dois acordes ou notas e os aplausos, e especialmente gritos, eram seguidos das letras na ponta da língua. Foi assim com "You Only Live Once", "Last Nite" e "Someday".
À diferença das outras bandas, no show do Strokes a moldura do palco, estrutura que se iluminava em cores que imitavam as luzes que caíam sobre os músicos, ficou apagada - e isso incluiu o logotipo do festival. No show do Strokes, só os telões se acenderam ao redor do palco.
Além das já citadas, a banda ainda tocou, entre outras, "Reptilia", "What Ever Happened?" e a punk "Juicebox" - que fez os fãs tirarem o pé do chão. Depois de uma hora de show, a banda saiu para uma pausa e o bis veio com a balada "Under Control", "Hard to Explain" e a bela "Take It or Leave It".
O vocalista Julian Casablancas agradeceu inúmeras vezes, elogiou os brasileiros de maneira até exagerada arriscando o português e dizendo que estar ali era "Fantástico". Cada menção ao baterista brasileiro, Fabrizio Moretti, arrancava do público mais gritos. Antes de "Take It or Leave It", Casablancas incitou Moretti a falar com o público. Tímido, o baterista mandou: "E aí São Paulo? Eu te amo". Ovação geral.
Julian Casablancas (vocais), Albert Hammond Jr. (guitarra), Nick Valensi (guitarra), Nikolai Fraiture (baixo) e Fabrizio Moretti (bateria e percussão) deixaram o palco faltando quinze minutos para as três da manhã, depois de um dos melhores shows da noite.
Com as atividades encerradas no palco principal, a maior parte do público foi embora. Mas alguns tiveram pique de seguir para o Claro Indie Stage, palco onde rolava a festa eletrônica do Groove Armada.
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domingo, 6 de novembro de 2011
Beady Eye atiça saudades dos fãs órfãos do Oasis
Lizandra Pronin
Redação TDM
Os órfãos do Oasis puderam matar parte da saudade deixada pelo fim do grupo. Pelo menos os que presenciaram o show que o Beady Eye - quase um Oasis, se esquecermos o irmão Noel, que me desculpem seus fãs - acabou de apresentar no Sonora Main Stage, na edição 2011 do festival Planeta Terra.
O show começou no horário - como têm sido com todas as presentações do evento, parabéns à produção por isso - com "Four Letter Word" e com um Liam Gallagher simpático mas não muito falante.
Talvez não fosse necessário mas vale comentar que a banda que acompanha Liam é muito boa. O destaque é o tecladista Matt Jones, que tem espaço de sobra na música do Beady Eye para aparecer.
O público reagiu bem, cantou junto, e a banda estava entrosada. O palco, bem iluminado, trazia ao fundo um pano que servia de telão para que artes temáticas fossem exibidas de acordo com as canções tocadas.
Mas o que começou bem foi ficando morno ao longo do caminho. Não me entendam mal. "Millionare", "The Roller" e "Standing on the Edge" são grandes canções e se provaram contagiantes ao vivo. Mas o fato é que depois da metade do show, o público dispersou.
O show começou no horário - como têm sido com todas as presentações do evento, parabéns à produção por isso - com "Four Letter Word" e com um Liam Gallagher simpático mas não muito falante.
Talvez não fosse necessário mas vale comentar que a banda que acompanha Liam é muito boa. O destaque é o tecladista Matt Jones, que tem espaço de sobra na música do Beady Eye para aparecer.
O público reagiu bem, cantou junto, e a banda estava entrosada. O palco, bem iluminado, trazia ao fundo um pano que servia de telão para que artes temáticas fossem exibidas de acordo com as canções tocadas.
Mas o que começou bem foi ficando morno ao longo do caminho. Não me entendam mal. "Millionare", "The Roller" e "Standing on the Edge" são grandes canções e se provaram contagiantes ao vivo. Mas o fato é que depois da metade do show, o público dispersou.
Talvez os fãs esperassem alguma canção do Oasis no repertório. Talvez se a banda tivesse mais de um álbum e pudesse escolher melhor as canções, poderia ter causado mais impacto. Difícil supor. Ficou a impressão de que a vontade de ouvir Oasis foi atiçada e depois o público foi deixado na mão.
Interpol agita o Playcenter em São Paulo com show de luzes e som
Lizandra Pronin
Redação TDM
Uma das mais queridas entre as atrações da edição 2011 do festival Planeta Terra, a banda norte-americana Interpol apresentou um belo show de som e luzes no Sonora Main Stage, o palco principal do festival.
Criada em 1997 em Nova York, a banda revive em seu som um pós-punk que lembra Joy Divison, com momentos melancólicos mesclados a guitarras e a elementos que tornam as canções dançantes.
O Interpol apresentou, entre outras, "Hands Away", "Barricade", "Say Hello To the Angels" e "C'mere". Um dos grandes momentos do show foi quando a banda tocou "Lights". Não foi uma das canções mais ovacionadas pelo público - pelo contrário, deu uma desascelerada - mas a banda criou um clime denso com as luzes todas vermelhas no palco e uma interpretação marcante.
A iluminação do show do Interpol merece destaque. A banda escolheu luzes e cores diferentes para cada canção, o que cria uma atmosfera diferente para cada uma delas, transcendendo a música e transformando a apresentação num show completo.
O espaço que faz as vezes de pista para o palco principal estava praticamente lotado durante o show do Interpol. Ainda tem gente chegando ao local e parte do público se diverte nos brinquedos ou passeia pelo parque.
Criada em 1997 em Nova York, a banda revive em seu som um pós-punk que lembra Joy Divison, com momentos melancólicos mesclados a guitarras e a elementos que tornam as canções dançantes.
O Interpol apresentou, entre outras, "Hands Away", "Barricade", "Say Hello To the Angels" e "C'mere". Um dos grandes momentos do show foi quando a banda tocou "Lights". Não foi uma das canções mais ovacionadas pelo público - pelo contrário, deu uma desascelerada - mas a banda criou um clime denso com as luzes todas vermelhas no palco e uma interpretação marcante.
A iluminação do show do Interpol merece destaque. A banda escolheu luzes e cores diferentes para cada canção, o que cria uma atmosfera diferente para cada uma delas, transcendendo a música e transformando a apresentação num show completo.
O espaço que faz as vezes de pista para o palco principal estava praticamente lotado durante o show do Interpol. Ainda tem gente chegando ao local e parte do público se diverte nos brinquedos ou passeia pelo parque.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Capa alterada de disco dos Beatles é a mais rara do mundo
Katy Freitas
Redação TDM
A arte adaptada vale cerca de 70 mil libras (cerca de R$ 194 mil), de acordo com a revista Record Collector, que elaborou uma lista com as dez capas de disco mais raras do mundo.
A capa original, criada pelo artista britânico Peter Blake, foi alterada para substituir os Beatles e as personalidades que aparecem na foto pelos rostos dos executivos do selo Capitol, responsável por lançar os discos da banda nos Estados Unidos.
A versão, que possui cerca de cem cópias, foi criada para comemorar o sucesso de vendas do disco para o Natal de 1967, ano em que o álbum foi lançado.
Outras cinco capas de discos dos Beatles estão entre as "dez mais" da Record Collector.
Em segundo lugar, valendo 7 mil libras, estão as dez primeiras cópias numeradas do disco conhecido como "Álbum Branco", de 1968. Nessas cópias, o nome da banda de Liverpool aparece em alto relevo sobre a capa branca do LP, criada pelo artista pop Richard Hamilton, junto de um número de série.
Em terceiro lugar na lista, estão duas capas criadas pelo artista americano Andy Warhol. As artes feitas para os dois volumes do disco de lições de espanhol "Madrigal's Magic Key To Spanish", de 1953, e dos programas de rádio "The Nation's Nightmare", de 1951, valem 3,5 mil libras e 3 mil libras, respectivamente.
Em quarto lugar na lista da Record Collector, está a capa do disco "Introducing... The Beatles", lançado nos EUA em janeiro de 1964. Em quinto, aparece a capa da coletânea "Jolly What! England's Greatest Recording Stars: The Beatles and Frank Ifield on Stage", lançado nos EUA em 1964.
O disco, que contém apresentações ao vivo dos Beatles e do cantor britânico Frank Ifield, vale 3 mil libras, segundo a revista.
Capa polêmica
Em sexto e sétimo lugares, aparecem, respectivamente, as capas dos discos "Tinkerbell's Fairydust", de 1969, da banda inglesa de mesmo nome, e "12 Of The Best" (1978), da banda australiana AC/DC.
Os Beatles também aparecem em oitavo lugar, com a capa criada para a coletânea "Yesterday and Today", de 1966.
A arte, que mostrava os quatro integrantes da banda posando com bonecas desmembradas e pedaços de carne, causou polêmica e foi rapidamente retirada do mercado americano. Segundo a revista, a capa vale hoje 2 mil libras.
Em nono lugar da lista, está a arte do LP "Dark Round The Edges" (1972), da banda inglesa Dark. Em décimo, aparece "Hank Mobley" (1957), do saxofonista americano de mesmo nome.
Guided by Voices lança disco com formação clássica
Lizandra Pronin
Redação TDM
Depois de anunciar o fim do Boston Spaceships, um de seus muitos projetos musicais, Robert Pollard está de volta com o Guided by Voices. A banda tem um novo disco pronto para ser lançado no início do próximo ano.
A banda gravou o repertório, composto de 21 faixas, com a formação considerada clássica - com Tobin Sprout, Greg Demos, Mitch Mitchell e Kevin Fennell, além de Robert Pollard. A banda se reuniu em 2010, depois de mais de cinco anos, para se apresentar na festa de aniversário de 21 anos da gravadora Matador Records. Depois dessa performance, o Guided by Voices saiu em uma turnê de sucesso, com shows quase sempre esgotados.
O novo disco da banda, 16º na discografia, recebeu o nome de "Go Eat the Factory" e tem data de lançamento marcada para o dia 01 de janeiro de 2012 e sai pelo selo do próprio Robert Pollard, o Guided by Voices Inc. A produção do disco está nas mãos do próprios integrantes.
A banda gravou o repertório, composto de 21 faixas, com a formação considerada clássica - com Tobin Sprout, Greg Demos, Mitch Mitchell e Kevin Fennell, além de Robert Pollard. A banda se reuniu em 2010, depois de mais de cinco anos, para se apresentar na festa de aniversário de 21 anos da gravadora Matador Records. Depois dessa performance, o Guided by Voices saiu em uma turnê de sucesso, com shows quase sempre esgotados.
O novo disco da banda, 16º na discografia, recebeu o nome de "Go Eat the Factory" e tem data de lançamento marcada para o dia 01 de janeiro de 2012 e sai pelo selo do próprio Robert Pollard, o Guided by Voices Inc. A produção do disco está nas mãos do próprios integrantes.
Guitarrista do GWAR é encontrado morto
Lizandra Pronin
Redação TDM
O guitarrista da banda norte-americana de Thrash Metal GWAR, Cory Smoot, também conhecido como Flattus Maximus, foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira, dia 03 de novembro.
A notícia foi divulgada pelo site MetalSucks que publicou nota assinada por Dave Brockie, vocalista da banda. A nota não informa detalhes nem a possível causa da morte. Na página da banda do Facebook dezenas de fãs postaram comentários lamentando a morte do músico.
O GWAR foi formado em 1984 com a proposta de fazer um som pesado mas com muito humor. A banda possui 12 álbuns de estúdio sendo o mais recente "Bloody Pit of Horror", lançado no final do ano passado.
A notícia foi divulgada pelo site MetalSucks que publicou nota assinada por Dave Brockie, vocalista da banda. A nota não informa detalhes nem a possível causa da morte. Na página da banda do Facebook dezenas de fãs postaram comentários lamentando a morte do músico.
O GWAR foi formado em 1984 com a proposta de fazer um som pesado mas com muito humor. A banda possui 12 álbuns de estúdio sendo o mais recente "Bloody Pit of Horror", lançado no final do ano passado.
Slipknot prepara álbum inspirado no baixista Paul Gray
Katy Freitas
Redação TDMCorey Taylor, vocalista do Slipknot, revelou que o novo álbum de estúdio do Slipknot será totalmente inspirado no ex-baixista Paul Gray, que morreu por uma overdose em 24 de maio de 2010. “Nós sabemos que tudo o que fizermos nesse álbum vai ser sobre Paul. Vai ser muito triste”, disse o músico em entrevista a Billboard. Taylor ainda se mostrou não muito ansioso para entrar em estúdio como alguns integrantes da banda estão.
“Eu não quero o risco de perder o que temos construído porque alguém está tentando provar um ponto”, revelou Taylor, sobre o cuidado na composição do disco.
O percussionista Shawn Crahan também revelou que um novo registro não está perto de acontecer neste momento, mas que todos da banda trabalham em material novo.
“Não há o que falar de um novo álbum, mas há um monte de coisas que todo mundo tem. Todo mundo tem ideias escritas, mas isso não vai acontecer até chegarmos juntos como uma banda e ter uma grande discussão sobre o que é que queremos realizar”, disse Crahan.
Na última segunda, 31 de outubro, a banda lançou uma edição especial de 10 anos do seu segundo álbum “Iowa”.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Lamb Of God anuncia lançamento do novo álbum "Resolution"
Katy Freitas
Redação TDM
O Lamb Of God anunciou que o novo álbum de estúdio da banda deve ser lançado em janeiro de 2012. Este será o sétimo disco dos norte americanos, dando seqüência a “Wrath”, de 2009.
O álbum se chamará “Resolution” e terá 14 faixas, conforme anunciado hoje. Ele será lançado no dia 23 de janeiro e virá com o CD bônus, com gravações ao vivo da turnê de 2009.
“Resolution” foi produzido por Josh Wilbur, que também trabalhou em “Wrath”, além de já ter produzido material para o Limp Bizkit, Hatebreed e Black Tie.
Confira a ‘tracklist’ de “Revolution”:
01. Straight For The Sun
02. Desolation
03. Ghost Walking
04. Guilty
05. The Undertow
06. The Number Six
07. Barbarosa
08. Invictus
09. Cheated
10. Insurrection
11. Terminally Unique
12. To The End
13. Visitation
14. King Me
O álbum se chamará “Resolution” e terá 14 faixas, conforme anunciado hoje. Ele será lançado no dia 23 de janeiro e virá com o CD bônus, com gravações ao vivo da turnê de 2009.
“Resolution” foi produzido por Josh Wilbur, que também trabalhou em “Wrath”, além de já ter produzido material para o Limp Bizkit, Hatebreed e Black Tie.
Confira a ‘tracklist’ de “Revolution”:
01. Straight For The Sun
02. Desolation
03. Ghost Walking
04. Guilty
05. The Undertow
06. The Number Six
07. Barbarosa
08. Invictus
09. Cheated
10. Insurrection
11. Terminally Unique
12. To The End
13. Visitation
14. King Me
Assista ao novo videoclipe de Bring Me The Horizon, "Alligator Blood"
Katy Freitas
Redação TDM
A banda britânica Bring Me The Horizon divulgou seu mais novo videoclipe, “Alligator Blood”. A música está presente no terceiro álbum da banda de metalcore, “There Is A Hell, Believe Me I've Seen It. There Is A Heaven, Let's Keep It A Secret".
O álbum tem participação de Josh Franceschi do You Me At Six, na faixa “Fuck”, e também contribuições de Josh Scogin, do THE CHARIOT e Sonny Moore (a.k.a. Skrillex) com partes eletrônicas.
Assista “Alligator Blood” abaixo:
O álbum tem participação de Josh Franceschi do You Me At Six, na faixa “Fuck”, e também contribuições de Josh Scogin, do THE CHARIOT e Sonny Moore (a.k.a. Skrillex) com partes eletrônicas.
Assista “Alligator Blood” abaixo:
Overkill se apresenta em São Paulo com Torture Squad
Katy Freitas
Redação TDM
A banda de thrash metal, Overkill, volta ao Brasil para uma apresentação em novembro. O show acontecerá no dia 05 no Carioca Club, em São Paulo. Os norte-americanos devem passar antes pela Venezuela, Bolívia, Peru e Chile, antes de chegarem no Brasil.
A atual formação da banda conta com Bobby ‘Blitz’ Ellsworth (voz), Dave Linsk (guitarra), Derek Tailer (guitarra), D.D. Verni (baixo) e Ron Lipnicki (bateria).
O Torture Squad será a banda de abertura 05 de novembro no Carioca Club, fazendo sua primeira apresentação após a turnê européia do álbum “Aequilibrium”.
Confira o serviço abaixo:
05/11/2011 - São Paulo/SP
Carioca Club - Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros
Horário: 18h00
Ingressos: Pista (Estudante - 1º Lote): R$60,00; Pista (1º Lote): R$90,00; Camarote (1º Lote): R$150,00
Pontos de venda: Galeria do Rock - Paranoid: 11 3221-5297 / Die Hard: 11 3331-8253; Outros pontos de Venda: Metal CDS (Santo André) 11 4994-7565
Vendas online: www.ticketbrasil.com.br
Informações: 11 2359-3262 / 11 7520-0721 / www.negriconcerts.com.br
Ao lado, assista ao vídeo promocional do show:
A atual formação da banda conta com Bobby ‘Blitz’ Ellsworth (voz), Dave Linsk (guitarra), Derek Tailer (guitarra), D.D. Verni (baixo) e Ron Lipnicki (bateria).
O Torture Squad será a banda de abertura 05 de novembro no Carioca Club, fazendo sua primeira apresentação após a turnê européia do álbum “Aequilibrium”.
Confira o serviço abaixo:
05/11/2011 - São Paulo/SP
Carioca Club - Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros
Horário: 18h00
Ingressos: Pista (Estudante - 1º Lote): R$60,00; Pista (1º Lote): R$90,00; Camarote (1º Lote): R$150,00
Pontos de venda: Galeria do Rock - Paranoid: 11 3221-5297 / Die Hard: 11 3331-8253; Outros pontos de Venda: Metal CDS (Santo André) 11 4994-7565
Vendas online: www.ticketbrasil.com.br
Informações: 11 2359-3262 / 11 7520-0721 / www.negriconcerts.com.br
Ao lado, assista ao vídeo promocional do show:
Baterista Chris Pennie deixa o Coheed And Cambria
Katy Freitas
Redação TDM
O baterista Chris Pennie, fundador do Dillinger Escape Plan e integrante da banda Coheed And Cambria anunciou por nota oficial que está deixando grupo, após quatro anos. Chris afirmou que está saindo para se focar mais em suas outras bandas.
Pennie está retornando às suas bandas Return to Earth e Fight Mannequins. Ele disse no comunicado:
“Estou muito grato pelos anos que dividi o palco com os caras e quero agradecer aos incríveis e solidários fãs que conheci nas turnês, mas existem muitos projetos empolgantes no horizonte, inclusive o Return To Earth e Fight Mannequins, que eu sinto que precisam de 100% de comprometimento e atenção. Sinto que essa é a hora de fazer isso acontecer”.
Return to Earth está gravando um novo álbum com lançamento em 2012 pela Metal Blade/Bald Freak.
Chris Pennie entrou na banda em 2007, substituindo Josh Eppard na turnê e o mesmo acabou gravando o ultimo álbum do grupo. Recentemente, o Coheed And Cambria foi uma das atrações do Rock In Rio.
Pennie está retornando às suas bandas Return to Earth e Fight Mannequins. Ele disse no comunicado:
“Estou muito grato pelos anos que dividi o palco com os caras e quero agradecer aos incríveis e solidários fãs que conheci nas turnês, mas existem muitos projetos empolgantes no horizonte, inclusive o Return To Earth e Fight Mannequins, que eu sinto que precisam de 100% de comprometimento e atenção. Sinto que essa é a hora de fazer isso acontecer”.
Return to Earth está gravando um novo álbum com lançamento em 2012 pela Metal Blade/Bald Freak.
Chris Pennie entrou na banda em 2007, substituindo Josh Eppard na turnê e o mesmo acabou gravando o ultimo álbum do grupo. Recentemente, o Coheed And Cambria foi uma das atrações do Rock In Rio.
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